Eu amo fazer novas descobertas musicais! Recentemente conheci duas artistas magníficas: Sofia Malta e Uana. Neste texto, vou falar sobre a Uana.
Minha descoberta foi daquelas que te pegam de surpresa e te deixam viciada. A voz da Uana faz a gente querer levantar, dançar e se envolver. É algo hipnotizante. Para quem busca novidades, a Uana tem algo só dela: uma brasilidade única. Não sei se sou capaz de explicar essa conexão de outras galáxias!
São músicas gostosas de cantar e dançar em qualquer lugar, mesmo que seja mexendo os pés de forma tímida no metrô ou na fila resolvendo “problemas de adulto”. A vida fica mais leve com a voz da Uana. Se me perguntarem o motivo da minha felicidade, a primeira coisa que vou compartilhar são as músicas dela.

Descrevo-a como uma das artistas mais vibrantes da cena atual, consolidando o que ela denomina como “pop pernambucano”. Natural de Recife, sua trajetória traz a transição fascinante das artes cênicas para o protagonismo na música urbana. É uma artista multimídia que traz malícia, sotaque e a energia do Recife para o pop nacional. Sua sonoridade é uma fusão sofisticada de R&B, Brega-Pop, Afrobeat e ritmos eletrônicos.
Seu álbum mais recente, Megalomania (final de 2024), é uma delícia de ouvir; as músicas puxam a gente para dançar. É o seu primeiro álbum completo e representa sua consolidação. O projeto explora o desejo, a autoestima e a independência da mulher negra de forma lindíssima. Com direção criativa da própria Uana, o projeto visual e sonoro é ambicioso, celebrando a grandiosidade da cultura periférica e urbana.
Peço licença para ouvir Uana agora. Vem comigo e aumenta o som!
